Grupo Life Company

Consultoria estratégica de IA para empresas

Consultoria estratégica de IA é o trabalho de decidir onde a inteligência artificial vale o investimento dentro de uma empresa e onde não vale. No Grupo Life Company isso começa por um diagnóstico: a gente ouve o time, abre os processos e escolhe um caso com retorno claro. O entregável é um mapa dos processos, com o caso priorizado, a métrica de sucesso combinada antes e o que fica de fora.

O diagnóstico é o entregável

Muita empresa chega perguntando qual ferramenta de IA comprar. A pergunta certa vem antes dessa. Onde, dentro da sua operação, existe um processo repetitivo, com volume, com dado disponível e com alguém responsável pelo resultado? É isso que o diagnóstico procura, processo por processo.

A gente ouve quem faz o trabalho todo dia, abre o fluxo de ponta a ponta e olha para onde o tempo está indo. A conversa não é sobre o futuro da inteligência artificial no mundo. É sobre o seu financeiro, o seu atendimento, o seu cadastro de produto, a sua fila de cobrança.

No fim, a empresa recebe um material que ela consegue usar mesmo que nunca mais fale com a gente.

  • Mapa dos processos analisados, com volume e tempo gasto em cada um
  • Lista dos casos candidatos, com o que trava cada um (dado, integração, gente ou regra de negócio)
  • O caso priorizado para o piloto, com escopo escrito e o que fica de fora dele
  • A métrica de sucesso combinada antes, junto com a linha de base de hoje
  • Os casos que a gente recomenda não fazer agora, com o motivo de cada um
  • O desenho da integração com os sistemas que já existem, seja ERP, CRM ou planilha

Quem senta na mesa, dos dois lados

Do lado da empresa, o diagnóstico só funciona com três perfis presentes: quem decide o orçamento, quem responde pela área e quem executa o processo na ponta. O terceiro é o mais importante. Também é o mais esquecido, porque é justamente quem faz que sabe onde o fluxo emperra e qual campo todo mundo preenche errado.

Do nosso lado entra quem vai construir. Quem desenha a integração e quem escreve o código participam das conversas desde o começo, porque são essas pessoas que depois vão lidar com a exceção que ninguém documentou.

A gente também pede acesso de leitura aos sistemas e uma amostra de dado real. Sem olhar o dado, qualquer estimativa vira chute. E chute não serve para decidir investimento.

O critério para dizer que um caso vale

Um caso só vira piloto quando passa em cinco perguntas. Elas são simples de propósito, para que qualquer pessoa da empresa consiga aplicar depois, sozinha, em um processo novo.

Se as respostas vierem boas, o caso entra com escopo fechado. Se duas ou mais vierem fracas, ele volta para a fila e a gente explica o que precisaria mudar para ele subir.

  • Volume: isso acontece muitas vezes por mês, sempre mais ou menos do mesmo jeito?
  • Dado: existe histórico acessível e minimamente organizado, ou vai ser preciso criar do zero?
  • Medição: dá para combinar hoje uma métrica que qualquer pessoa consiga conferir depois?
  • Dono: tem alguém dentro da empresa responsável pelo resultado desse processo?
  • Consequência do erro: quando o modelo errar, e ele vai errar, o que acontece? Existe revisão humana no caminho?

Quando a resposta honesta é que não vale a pena agora

Acontece. E acontece com frequência. Em parte dos diagnósticos a recomendação é adiar o investimento em IA e arrumar outra coisa primeiro. Os motivos mais comuns são estes.

Nesses casos a gente fala com todas as letras, entrega o mapa do que precisa ser resolvido antes e deixa a porta aberta. Perder o contrato do piloto sai mais barato do que entregar um piloto que já nascia sem chance de bater a métrica.

  • A regra do processo muda toda semana e ninguém consegue explicar qual é a regra de hoje.
  • O dado está em papel, em conversa solta de WhatsApp ou em planilha que cada pessoa preenche do seu jeito. Aqui o problema é cadastro.
  • O volume é baixo demais. Se uma pessoa resolve em uma hora por mês, automatizar sai mais caro do que deixar como está.
  • O gargalo é organizacional. Duas áreas discordam sobre quem decide, e nenhum modelo resolve disputa de alçada.
  • A empresa quer IA para poder dizer que tem IA. Sem métrica combinada, o piloto não tem como terminar.

O que vem depois: piloto e escala

Quando o caso passa no critério, ele vai para produção com escopo fechado e métrica acordada antes de começar. Piloto aqui significa o processo rodando de verdade, com gente usando, dentro do sistema que a empresa já tem.

Se a métrica confirma o ganho, aí sim a gente escala: mais áreas, mais volume, o padrão documentado e o time treinado para tocar sem depender de fornecedor. Se a métrica não confirma, a conversa passa a ser sobre o motivo, e o escopo fechado garante que o custo do aprendizado ficou limitado. São três etapas: diagnóstico, piloto, escala.

Por que a consultoria sai de quem também opera

O Grupo Life Company mantém 12 plataformas SaaS próprias rodando em produção, em setores diferentes: financeiro, CRM com WhatsApp, cobrança, delivery, garantia locatícia, beleza, imóveis, segurança eletrônica. Mais de 1.500 empresas já foram atendidas pelo grupo.

O que a gente leva para o diagnóstico vem daí. De integrar IA em base legada, de lidar com campo obrigatório que ninguém preenche, de calcular custo de operação de modelo com volume real batendo todo dia. A infraestrutura em uso inclui AWS, Google Cloud e Oracle, com modelos da OpenAI, da Anthropic e do Google Gemini, além de Stripe para pagamento.

O atendimento é 100% online, para o Brasil inteiro. A sede fica na Alameda Jaú, 1177, andar 4, Jardim Paulista, São Paulo.

Quando isto não é para você

Esta página não serve para quem quer contratar uma ferramenta de IA pronta e ligar na semana seguinte, nem para quem procura treinamento introdutório sobre inteligência artificial. Também não serve para operação cujo dado ainda está em papel, em conversa solta ou em planilha que cada pessoa preenche do seu jeito. Aí o trabalho é outro: organizar cadastro e processo primeiro. E não serve para quem quer começar sem combinar uma métrica de sucesso antes, porque nesse formato a gente não trabalha.

Perguntas frequentes

01

quanto custa uma consultoria de IA para empresa?

O valor depende do tamanho do diagnóstico: quantas áreas entram, quantos sistemas precisam ser olhados e em que estado o dado está. A gente fecha escopo e preço antes de começar, por escrito, sem hora aberta correndo no contador. O valor sai sob consulta, depois do diagnóstico: cada projeto é escopado individualmente, então não existe preço de tabela. Detalhe do que forma o custo em Preços e prazos.

02

quanto tempo demora o diagnóstico?

Depende do número de processos mapeados e da rapidez com que a empresa libera acesso aos sistemas e às pessoas. Esse segundo ponto é o que mais atrasa, na prática. O prazo entra na proposta com data de entrega definida. A duração média ainda não está publicada aqui.

03

minha empresa é pequena, vale a pena contratar consultoria de IA?

Vale quando existe um processo repetitivo, com volume, e com dado registrado em algum lugar. Não vale quando o trabalho ainda é feito no improviso, sem sistema e sem histórico. Nesse cenário o dinheiro rende mais organizando cadastro e processo, e a IA fica para depois.

04

preciso trocar meu ERP para usar IA?

Na maioria dos casos, não. Boa parte do nosso trabalho é integrar IA em ERP e CRM que já estão lá há anos, por API, banco ou arquivo. O diagnóstico verifica o que o seu sistema expõe e desenha a integração em cima disso. Trocar de sistema é decisão grande demais para virar efeito colateral de um projeto de IA.

05

vocês usam ChatGPT ou modelo próprio?

Depende do caso. A gente opera com modelos da OpenAI, da Anthropic e do Google Gemini, e também com machine learning treinado sobre o dado do cliente quando o problema pede isso. A escolha entra no diagnóstico, junto com o custo de operação de cada opção e com o que acontece se o fornecedor mudar as regras.

06

e se o diagnóstico concluir que não vale a pena?

A gente diz. Você fica com o material, com os casos avaliados e com o motivo de cada recusa, para usar quando quiser retomar. O diagnóstico é um entregável em si, e ele cumpre a função mesmo quando a recomendação é esperar.

Traga um processo que incomoda a sua operação e a gente monta o diagnóstico com o seu time.

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